sexta-feira, 18 de maio de 2012
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Aprendi e decidi
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Tempo.
Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia.
Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário mostrar que eles ficaram por anos em nossas agendas.
Há amores não realizados que deixaram olhares de meses e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.
Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.
Há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados das folhinhas.
Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembranças de horas.
Há eventos que marcaram e que duram para sempre, o nascimento do filho, a morte do pai, a viagem inesquecível, um sonho realizado. Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra "eternidade".
Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz eu estava na ocasião.
O relógio do coração - hoje eu descubro - bate noutra freqüência daquele que carrego no pulso.
Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente.
Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.
É olhar as rugas e não perceber a maturidade.
É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças da vida.
E consulte sempre o relógio do coração:
Ele te mostrará o verdadeiro tempo do mundo.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Só a Mulher sabe!

Passar uma vida inteira lutando contra o próprio cabelo.
Comprar uma blusa que não combina com nada, só por que está baratinha.
Conseguir guardar na memória quem casou, quem separou e etc.
Ser tratada como idiota pelo mecânico da Oficina.
Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.
Chorar quando o pai do Rei Leão morre, deixando o filhinho.
Ter crise conjugal, crise existencial, crise de nervos e TPM.
Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada, mãe do marido!
Lavar a calcinha debaixo do chuveiro e depois pendurar na torneira.
Dormir com um homem que ronca.
Dormir com um homem barrigudo que ronca.
E o que é pior... Sentir saudades de um homem barrigudo que ronca.
Comer uma caixa inteira da bombons, por que brigou com o namorado, passar mal, e ainda por cima ficar arrazada por que saiu do regime.
Escutar "Mulher no volante perigo constante".
Depilar a perna de 15 em 15 dias com Cera!
Rasgar a meia calça na entrada da festa.
Ficar infeliz por que não tem uma roupa legal para sair.
Ficar realmente infeliz por que não tem ninguém legal para sair.
Chorar no banheiro, se olhando no espelho para ver o melhor ângulo.
Ficar completamente feliz por que ele ligou.
Brigar só para fazer as pazes.
Dizer 'NÃO' só para ele insistir bastante e aí você dizer 'SIM'
Ter um namorado bem magricela que jamais podera entrar numa briga COM você.
Ter um namorado bem magricela que jamais podera entrar numa briga POR você.
Sorrir gentilmente para as pessoas enquanto uma cólica mostruosa rasga sua barriga.
Enfim, só uma mulher sabe o que é ser Mulher!
terça-feira, 20 de abril de 2010
Fotografia
Há quanto tempo você não vê um álbum de fotos de papel?
É... Fotos impressas, do tempo em que ainda não havia câmera digital?
Outro dia eu tava procurando um documento em casa e achei, sem querer, uma caixa cheia de fotos de papel.
Estranho, né?
Hoje a gente tem a chance de planejar a foto.
Depois da câmera digital, todo mundo sai bem na foto.
Saiu ruim?
Apaga.
Os olhos
Ficaram vermelhos?
Faz outra.
O beicinho ficou esquisito?
Hummm, tira de novo?
Aí eu fiquei pensando como era diferente quando a gente não podia decidir se ficava ou não ficava bem na foto.
A gente levava o rolo pra revelar e aí... A surpresa!
Tudo ficava mais divertido. Os flagrantes eram reais.
A tecnologia embelezou as nossas lembranças.
Retocou as nossas imperfeições. Não é mesmo?
As fotos, hoje, são guardadas em arquivos virtuais...
As caixas e os álbuns desapareceram.
Doido isso, né?
Aí eu peguei uma das fotos e me vi, na juventude, rindo com amigos.
O cabelo tava despenteado, a roupa amassada, a meia furada...
Mas o meu sorriso tava ali...
Autêntico e intacto.
Por alguns segundos imaginei se eu não deveria ter dado uma ajeitada no cabelo, mudado de roupa, escolhido um fundo melhor para aquela foto...
Depois eu pensei:
Caramba! Se eu tivesse planejado qualquer pose pra aquele momento, eu teria perdido o melhor daquela lembrança:
O meu riso, flagrado na hora da alegria, sem retoques, sem truques.
Mas vocês não acham que a vida é meio parecida com foto de papel?
Porque os momentos são únicos.
Não têm volta.
O que foi torto, ficou torto. O que foi ruim, ficou ruim...
E o que foi bonito...
Ficou bonito pra sempre.
Tem coisa que não dá pra mudar, mesmo.
Sendo assim, eu acho que é melhor a gente estar sempre de bem com a vida.
Porque quando o riso sair na foto, com certeza, vai guardar pra sempre um momento bom...
Sem arrependimentos...
Sem nenhum remendo...
segunda-feira, 19 de abril de 2010
O livro da vida!

As páginas da vida são cheias de surpresa. Há capítulos de alegria mas também de tristeza, há mistérios e fantasias, sofrimentos e decepções. Por isso não rasgue páginas nem salte capítulos, não se apresse em descobrir os mistérios, não perca as esperanças, pois muitos são os finais felizes. E nunca se esqueça do principal: No livro da vida, o autor é você!!
quinta-feira, 8 de abril de 2010
O amo é o ódio.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Juro a mim mesmo!

A partir de hoje não mais lamentarei o dia de ontem.
Ele está no passado e o passado nunca mudará.
A partir de hoje não mais me preocuparei com o amanhã.
O amanhã sempre estará lá esperando por mim para torná-lo o melhor possível.
A partir de hoje eu olharei no espelho e verei alguém valioso e merecedor do meu respeito e admiração.
A partir de hoje eu tratarei com carinho cada dia da minha vida.
Eu valorizarei esse presente e o partilharei sem egoísmo com meus semelhantes.
A partir de hoje observarei a minha caminhada e superarei desgostos se houver tropeços.
A partir de hoje eu viverei a vida um dia de cada vez e dando um passo de cada vez.
A partir de hoje eu terei renovada fé na raça humana, desprezarei o que de mal já aconteceu e passou.
A partir de hoje eu abrirei minha alma e meu coração.
Darei boas vindas a novas experiências e gostarei de conhecer novas pessoas.
A partir de hoje eu sou o responsável pela minha felicidade e não medirei esforços para manter-me feliz.
Olharei as maravilhas da natureza, escutarei minhas canções favoritas, terei um bichinho de estimação,
Tomarei reconfortantes banhos e encontrarei prazer nos mais variados e simples gestos.
A partir de hoje eu sempre aprenderei algo novo, experimentarei coisas diferentes, saborearei com gosto tudo que a vida tem para oferecer.
Eu mudarei o que quiser e puder mudar.
O restante, deixarei simplesmente passar...
Eu agradecerei por tudo que tenho de melhor, por ser alguém que pode ser melhor, pois sei agora que isso é possível.
Juro ainda sorrir e sempre estar sorrindo...
A partir de hoje e para sempre.
Juro a mim mesmo!
quinta-feira, 18 de março de 2010
Bambu

Depois de uma grande tempestade, um menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
- Vovô!! Me explica como esta figueira, árvore frondosa e imensa, se quebrou, caiu com vento com a chuva, e este bambu tão fraco continua de pé?
- Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento.
O bambu nos ensina várias coisas.
A primeira verdade - e a mais importante - é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Ele se curva, é flexível...
O bambu cria raízes profundas.
É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também.
Todos nós os precisamos aprofundar nossas raízes...
Outra lição:
Você já viu um pé de bambu sozinho?
Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado sabe que vai precisar deles.
O bambu nos ensina olhar para o alto e não criar galhos.
Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável.
Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subir.
O bambu é oco, vazio...
Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes.
E assim, olhando a natureza, o avô deu uma lição simples ao netinho.
Que pode servir para todos nós...
segunda-feira, 8 de março de 2010
Sou Criança

sábado, 9 de janeiro de 2010
De o melhor de si mesmo!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Pense positivo.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Ser feliz!



