quinta-feira, 18 de março de 2010

Quem é você



Quem conhece os outros é um erudito.
Quem se conhece, é um sábio.

Você é alguém, pode ter certeza.
Porque Deus nunca desperdiça o seu tempo para fazer "ninguém".

Você foi planejado para ser distinto, especial, insubstituível, e único.
Pense nisso:
Dentre os mais de 6 bilhões de pessoas nesse mundo, não há duas que sejam iguais...
Todos somos "originais"!
Mas muitos insistem em ser cópias dos outros.

Recuse ser uma cópia.
Avance além da média!
Você é muito mais do que 208 ossos, 500 músculos, 7 mil nervos e alguns quilos de pele.
Evite o mínimo, persiga o máximo.

As pessoas que têm medo de subir mais alto em busca do triunfo, são aquelas que perderam a confiança...
Ou que perderam a fé na sua capacidade.
Algumas nem percebem que têm potencial para fazer algo mais.

Se você não se ajuda a sair do marasmo quem ajudará?
Nem sempre dá pra fazer tudo...
Mas (nem por isso) se recuse a fazer algo que faça a diferença...
Não se esforce para ser aceito, mas lute para ser você mesmo.
Quantas coisas significativas deixamos de fazer na vida por achar que é tarde demais?


Tenha a força...
É preciso se convencer de que o sucesso, o triunfo, está em você.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Parabéns Recife 472 anos e Olinda 474 anos!




Doze de março. Esta é a data oficial dos aniversários das duas cidades mais importantes da história de Pernambuco. Recife comemora 472 anos em 2009, enquanto Olinda apaga velinhas para 474 anos. Muita gente, porém, acha estranho como duas cidades independentes façam aniversário na mesma data, com exatos dois anos de diferença. Como é possível?
Segundo o historiador Leonardo Dantas Silva, a data de 12 de março é uma convenção, baseada no mais antigo documento histórico que menciona a existência de Recife e Olinda.
A Carta Foral foi um documento escrito por Duarte Coelho, donatário da Capitania de Pernambuco, em 1537. O documento foi datado de 12 de março de 1537, e enviado ao rei de Portugal, Dom João III. No texto, Duarte Coelho descreve com precisão e encantamento as duas cidades. Apenas em 1966, quando foi formada uma comissão para decidir quando deveria ser comemorado o aniversário do Recife, decidiu-se estipular a data da Carta Foral como marco zero do nascimento da cidade.
Como os historiadores são unânimes em considerar que Olinda nasceu antes, decidiu-se, por consenso, atribuir a Olinda a mesma data de aniversário, com dois anos de antecedência.
A verdade é que as duas cidades já existiam antes dos respectivos aniversários. "No Recife, inclusive, já se falava da existência do Porto naquele ano. Um porto jamais teria sido construído sem que houvesse uma população grande e estável na cidade”, raciocina Dantas Silva.

terça-feira, 9 de março de 2010

Presente para você.




Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos.

A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo a fora.

Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.

A capacidade de escolher novos rumos.

Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo que é indispensável.

Além do pão, o trabalho.

Além do trabalho, a ação.

E, quando tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.

Mahatma Gandhi


segunda-feira, 8 de março de 2010

Te amo além do amor!




Se a tua vida depender do meu AMOR,
viveras além da vida pois TE AMO além do AMOR...
Hannah Clara 5 meses.


Sou Criança





Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. Acho graça onde não há sentido. Acho lindo o que não é. O simples me faz rir, o complicado me aborrece. O mundo pra mim é grande, não entendo como moro em um planeta que gira sem parar. Verdade seja dita: entender, eu entendo. Mas não faz diferença, o mundo continua rodando, existe a tal gravidade, papéis entram e saem de máquinas, existem coisas que não precisam ser explicadas. (Pelo menos para mim.. O que importa é o que faz os meus olhos brilharem, o coração bater forte, o sorriso saltar da cara. Eu acho que as pessoas são sempre grandes e às vezes pequenas, igual brinquedo. Enxergo o mundo sempre lindo e às vezes cinza, mas para isso existem o lápis-de-cor e o amor que a gente aprendeu em casa desde cedo. Lembra? Tenho um coração maior do que eu, nunca sei minha altura, tenho o tamanho de um sonho. E o sonho escreve a minha vida que às vezes eu risco, rabisco, embolo e jogo debaixo da cama (pra descansar a alma e dormir sossegada). Coragem eu tenho um monte. Mas medo eu tenho poucos. Tenho medo das pessoas, tenho medo de mim. Minha bagunça mora aqui dentro, pensamentos entram e saem, nunca sei aonde fui parar. Mas uma coisa eu digo: eu não paro. Perco o rumo, ralo o joelho, bato de frente com a cara na porta: sei aonde quero chegar, mesmo sem saber como. E vou. Sempre me pergunto quanto falta, se está perto, com que letra começa, se vai ter fim, se vai dar certo. Sempre pergunto se você está feliz, se eu estou linda, se eu vou ganhar estrelinha, se eu posso levar pra casa. Eu sou assim. Nada de meias-palavras. Já mudei, já aprendi, já fiquei de castigo, já levei ocorrência, já preguei chiclete debaixo da carteira da sala de aula, mas palavra é igual oração: tem que ser inteira senão perde a força. Sou menina levada, princesa de rua, sou criança crescida com contas para pagar. E mesmo pequena, não deixo de crescer. Trabalho igual gente grande, fico séria, traço metas. Mas quando chega a hora do recreio, aí vou eu... Beijo, faço bico, faço manha, tomo sorvete no pote, choro quando dói, choro quando não dói. E eu amo. Amo igual criança. Amo com os olhos vidrados, amo com todas as letras. A-M-O. Amo e invento. Sem restrições. Sem medo. Sem frases cortadas. Sem censura.Não importa. Criança não liga pra preço, não liga pra laço de fita e cartão de relevo. Criança gosta de beijo, abraço e surpresa!


Fernando Pessoa




Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há-de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...

(Fernando Pessoa)


Dia Internacional da Mulher




Que o outro saiba quando estou com medo e me tome nos braços sem fazer perguntas demais. Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que eu me preocupo com ele, e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso. Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso fazer tolices tantas vezes.

Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais. Que se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles, o outro não desconfie logo que é culpa dele, ou que não o amo mais.

Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo: "Olha estou tendo muita paciência com você!"

Que se me entusiasmo por alguma coisa, o outro não a diminua, nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária que se abre para mim, por mais tola que lhe pareça.

Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize. Que quando levanto de madrugada e ando pela casa, o outro não venha logo atrás de mim reclamando: "Mas que chateação essa sua mania, volta para cama!"

Que se eu eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire. Que o outro - filho, amigo, amante, marido - não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.

Que, finalmente, o outro, entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa... uma mulher.

Related Posts with Thumbnails